quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Preciosa




Nenhuma pedra preciosa,
Mesmo depois de lapidar
Comparam-se as esmeraldas
Que hoje brilham em seu olhar.

Seu cabelo é como ouro,
Na cor e preciosidade
E, vê-la assim tão perto
Só aumenta minha vontade.                                                                             

Seu sorriso é  uma estrela,
Que nos sonhos eu persigo.
Sabendo que não posso te-la,
Esta imagem levarei comigo.

Por ti persistirei, irei até encontrar
Ganharei a estrela do seu sorriso
Garimpando seu olhar.
                                                                                                                                

domingo, 9 de dezembro de 2012

Versos tristes



Todo poeta trás, dentro de si uma historia,
De um amor correspondido, ou não vivido.
Escreve o que sente, eu não sou diferente.

Escrevo minha alma, minha vida, paixão.
Escrevo minha calma, minha ira, decepção
Estou escrevendo aqui, meu coração.

Deixo em cada verso um pedaço de minha alma.
Ainda que não demonstre, Isso muito me acalma
Alivia meu coração, faz me lembrar desta paixão.

Escrevo sobre a tristeza, que alegre me acolheu.
Lembranças da beleza, do amor que não morreu
Assim a vida eu seguirei, até quando Deus quiser
Escrevendo as alegrias, e tristezas, o que vier

Sigo. Desabafando em versos, da maneira que quis
Pois quem escreve um poema com palavras tristes,
Deixa em seus versos a esperança de um final feliz.


                                                                    

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Amor

Que converte o homem em criança,
O transformando em sonhador
Devolvendo sonhos e esperanças,
A um lunático pensador.
Faz-o gritar, cantar, escrever.
Também chorar, calar, sofrer.
Assim é o amor,
Um sentimento conversor.

Que transforma criança em homem,
Seja vivendo uma aceitação,
Ou sofrendo uma decepção.
Transforma para avisar;
Que com um coração,
Não se deve brincar.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

Recomeçando


Juntando os pedaços do meu coração
Espalhados pelo chão de minha alma
Apagando a chama que me consumia
Deixando em cinzas; a minha paixão.

Das cinzas só restaram às lembranças
Que, levadas pelos ventos do destino
Aliviaram o peso da minha memória,
Devolvendo-me antigas esperanças.

As nuvens não mais nublam meu céu;
O destino as levou para algum lugar.
Onde? Não sei. Mas talvez retornem
Com outras terras, outro rio, ou flama.

A cada dia vejo o sol nascer mais belo;
Sei que agora estou voltando a viver,
Eu estou; Começando a te esquecer.